Quit Day
Tuesday, November 21, 2006
  Cold Turkey

«By 1922, cold turkey was not always a leftover from Thanksgiving dinner. For an addict, it was quite the opposite. "This method of sudden withdrawall," explained a writer that year, "is described in the jargon of the jail as 'the cold turkey' treatment," It meant "to immediately and completely give up a substance, such as narcotics or alcohol, to which one was addicted."
The shock to the system was such that few addicts voluntarily chose it. "Mention of the 'cold turkey treatment' gives a chill of horror to a drug addict," said Newsweek in 1933. "It means being thrown in jail with his drug supply completely cut off." And Mickey Spillane wrote in I, the Jury (1947), "I doubt if you can comprehend what it means to one addicted to narcotics to go 'cold turkey' as they call it."
This use of cold turkey is an outgrowth of a previous sense, attested as early as 1910, meaning "extreme plainness and directness," going back to talk turkey, attested in 1830. Carl Sandburg used the term this way in a 1922 letter: "I'm going to talk cold turkey with the booksellers about the hot gravy in the stories."
Nowadays going cold turkey is not restricted to narcotics and alcohol addiction. We speak of it as an extreme means of quitting any attachment or habit that we find hazardous to our health: cigarettes, chocolate, a television show, sex--perhaps even a sports team.»

Fonte

 
  Fumadores Anónimos

Marco Santos escreveu:
"Deixar de fumar é tão difícil que não sei até que ponto não faria sentido promover-se umas reuniões do tipo Alcoólicos Anónimos, mas dedicadas apenas a ex-fumadores. O participante levantava-se, subia ao palco, apresentava-se à plateia e, com um sorriso de orgulho triunfante, anunciava: «Já não fumo um cigarro há dois meses». "
Sou eu! :)) Dois meses sem fumar, (quase comemorados) no passado dia 18 de Novembro.

É possível deixar de fumar, mas primeiro (como em todos os processos relacionados com a dependência) será necessário perceber o que nos leva a acender o cigarro. Depois, fica... mais fácil? Não. A palavra "fácil" não entra nesta história. Fica apenas... "menos difícil".

Concordo com a ideia dos Fumadores Anónimos e a blogosfera talvez seja um bom “local” para os fumadores (os que ainda acendem cigarros e aqueles que já deixaram de o fazer) trocarem experiências e procurarem ajudar-se de uma forma que dificilmente será possível junto de instituições onde predominam pessoas que, embora cheias de boas intenções, nunca fumaram.
 
  DOIS MESES SEM FUMAR

Dia 18 de Novembro: dois meses desde o meu Quit Day.

O facto de me ter esquecido da data e de ter passado o dia sem pensar em fumar talvez queira dizer qualquer coisa: começo a esquecer o facto de ter fumado durante quase dez anos?

É verdade que ainda penso em fumar. São acontecimentos cada vez mais raros, ligados a momentos de stress (claro) ou de aborrecimento (duplamente claro).

Por vezes, há uma parte do cérebro que envia a perigosa mensagem "Fuma apenas um. Que mal poderá haver em fumar apenas um cigarro? Não será um cigarro que te fará voltar a fumar todos os dias..."
Fumar "apenas um cigarro" é algo que não existe.
Reconheço a armadilha e espero que essa vontade desapareça.
E, espanto!, a verdade é que desaparece.

Recordo que deixei de fumar sem qualquer substituto químico, num processo ao qual os americanos chamam "cold turkey" – um método que pode ser um "peru (demasiado) frio" para alguns – e que escolhi porque nunca me agradou a ideia de deixar o tabaco… por uma outra dependência.

Para mim, fumar era acima de tudo um ritual.
Os rituais alteram-se.
 
Mark Twain said, "Quitting smoking is easy. I've done it a thousand times."

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